Salvação é vida, cura e libertação. Nossa missão é anunciar esta Salvação com muita alegria, louvor, oração no Espírito Santo, ministrando a benção da Santa Cruz!
Quem forma novos discípulos é o anúncio da Palavra de Deus.
“Jesus disse aos judeus que nele tinham acreditado: ‘Se permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará’”(João 8,31-32).
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“A glória de meu Pai se manifesta quando vocês dão muitos frutos e se tornam meus discípulos". (João 15,8)
Atitude fundamental do Discípulo: Aceitar ser acompanhado pelo DJC e querer crescer na vida nova, no Caminho da Palavra de Deus.
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Como ramos unidos à videira
Para recebermos de Cristo a seiva de sua vida sobrenatural, temos de permanecer unidos a Ele, como ramos à videira. (Jo 15, 1-8)
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A opção fundamental por Jesus Cristo no DJC significa que os discípulos se ligam a Ele como ramos à videira (João 15,5).
Jovens evangelizados fazem uma opção fundamental por Cristo ao ter um encontro pessoal com Jesus, decidindo viver a santidade e assumir os valores do Evangelho na contramão do mundo. Após o primeiro anúncio da fé (kerygma), e terem rezado o Temário da Espiritualidade, fazem uma opção fundametal livre, consciente e decidida por Jesus Cristo. Inspirados pelo legado de São João Paulo II, na Vocação DJC, eles assumem a vocação à santidade, transformando-se em discípulos protagonistas da evangelização para outros jovens e testemunhas corajosas no mundo moderno.
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Busquemos, pois, unir-nos cada dia mais a Cristo, no qual, pela graça, temos a alegria de crer e por cuja verdade o Pai nos faz frutificar em amor e santidade.
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Opção Fundamental livre, decidida e consciente por Jesus, nos passos do Apóstolo Paulo.
"Ninguém pode colocar um alicerce diferente daquele que já foi posto: Jesus Cristo." (1 Cor 3,11)
A opção fundamental por Jesus nos passos do Apóstolo Paulo, apoia-se no reconhecimento íntimo de Cristo como o fundamento único, verdadeiro e a base da vida cristã, tendo a Palavra, a comunhão fraterna e a entrega total ao Reino como eixo central do carisma Paulino.
Os Fundamentos Bíblicos e Espirituais como orienta o Apóstolo Paulo são:
● Jesus Cristo como Alicerce: O DJC assume o ensinamento de Paulo em 1 Coríntios 3,11 de que nenhum outro fundamento pode ser posto além daquele que já foi posto, que é Jesus Cristo.
● Seguimento Evangélico: Inspiram-se na perseverança dos primeiros discípulos, na fração do pão, nas orações e na vivência comunitária.
● Formas de Viver o Carisma DJC que é Paulino: A doação por amor ao Reino, a evangelização comprometida como maior ato de caridade, expressando-se de maneiras específicas na vida de todos discípulos.
Por sua vez, essas colunas sustentam-se em Atos dos Apóstolos (At 2,42-47), seguindo as mesmas pegadas dos nossos primeiros irmãos na fé, dos apóstolos e discípulos de Jesus e da Virgem Maria como:
1. A Perseverança na doutrina dos apóstolos.
2. A Comunhão fraternal.
3. A Fração do pão.
4. As Orações pessoais e comunitárias.
5. A Convivência fraterna evangélica.
6. A Doação dos próprios bens.
7. A Frequência juntos no Templo.
8. A Partilha da Palavra nos dias de pregação e de casa em casa como Paulo fazia.
Quanto ao nosso fundamento único, Paulo é quem nos oferta o enunciado de sustentação afirmamdo: "Ninguém pode colocar um alicerce diferente daquele que já foi posto: JESUS CRISTO". (1 Cor 3, 11)
Paulo lembra que os evangelistas, discipuladores, anunciadores do primeiro anúncio (Querigma), e pregadores da Palavra de Deus, são apenas servidores de Deus.
E que a comunidade inteira de oração e evangelização, é uma grande construção espiritual que tem como base única e inegociável e fundanental: Jesus Cristo.
Jesus é a pedra fundamental que sustenta a Igreja e o mundo! Se nós desejamos que alguém seja curado, restaurado, salvo e liberto, a pedra fundamental que devemos ofertar é Jesus.
"Jesus é a pedra, que vós, os construtores, desprezastes, e que se tornou a pedra angular” (At 4, 11).
Na construção do Reino de Deus cada pedra tem sua importância, seu valor, cada um que colabora com o DJC é também um pedaço dela. Assim como têm importância os profetas, os patriarcas, os homens e as mulheres de Deus, que, ao longo da história, deram a sua contribuição para a construção do Reino de Deus dentro do DJC. Quem faz a opção fundanental é importante, cada um é importante, e todos nós juntos somos importantes na edificação do Reino de Deus e na construção do DJC no meio dos pagãos e do mundo secularizado.
Nós precisamos a cada dia solidificar, precisamos de um alicerce firme, forte, autêntico, seguro e, acima de tudo, um alicerce que cure, liberte e salve nossas entranhas, casas e nossas famílias do mar morto da perdição.
Fazer opção fundamental por Jesus, é deixar-se dizer:
● Coloco no nome de Jesus e na autoridade d’Ele tudo aquilo que eu faço, que eu realizo, aquilo que eu espero e confio.
● Eu desejo que seja salva minha família, meus negócios, meu trabalho, meus relacionamentos, e não deixando de colocar neles essa pedra fundamental que é Jesus.
Muitas famílias se desfizeram, casas afundaram, acabaram e se destruíram por não ter um fundamento sólido. Da mesma forma, nossa vida vai também se deteriorando, perdendo o sabor e o sentido se não a edificamos sobre uma pedra que dá sentido a ela.
Se a humanidade está toda desencaminhada e sem saber para onde anda é porque há muito tempo ela já tirou o olhar de Jesus! Voltemo-nos para Ele; o papel do DJC é anunciar o nome de Jesus, é mostrar para o mundo que só n’Ele há salvação, há cura e libertação.
A tentação é muito grande de nos voltarmos para pessoas e realidades tomadas pelo mal, mas não nos esqueçamos de que mesmo pessoas sendo boas, tenham uma vida correta, que esteja buscando a sanidade e vivendo uma vida na graça, elas não nos salvam. Quem nos salva é Jesus, e é d’Ele nós não podemos de jeito nenhum tirar o nosso olhar!
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A escolha fundamental
A vida é marcada pelas muitas escolhas que fazemos no dia a dia. Sem entrar na apreciação das motivações que nos levam a escolher isso ou aquilo é certo que cada escolha trás consequências boas ou ruins para a vida pessoal podendo ter impactos profundos nos outros e também no meio ambiente no qual estamos vivendo. Buscar fazer a escolha certa e no momento certo é algo essencial para todo ser humano. Sabemos que não escolhemos nascer e nem escolhemos a família na qual nascemos, mas vamos aprendendo passo a passo que podemos escolher a melhor forma para viver no ambiente familiar ou em qualquer outro. A vida é, portanto, marcada por escolhas!
No entanto, tais escolhas devem ser iluminadas e sustentadas por uma escolha fundamental que cada um deve fazer. Para nós cristãos essa escolha fundamental tem nome: Jesus Cristo. Acolher Jesus é o mesmo que escolher e acolher a verdadeira vida como dom que Deus Pai nos oferece. Já, para o povo de Israel, no Antigo Testamento, conforme o Livro de Deuteronômio, a mensagem era clara: “Escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando ao Senhor, teu Deus, dando ouvido à sua voz e apegando-te a ele” (Dt. 30 19-20). Portanto, somente dando a devida atenção à voz de Deus e deixando-se guiar pela mesma, o ser humano compreenderá que suas escolhas exigem grande discernimento e responsabilidade, pois cada escolha afeta o próprio ser e pode afetar tudo ao ser redor.
Seria muito bom saber sempre dar ouvido à voz de Deus e apegar-se a ele com todo o coração, mas temos consciência de nossas limitações e fragilidades humanas. Nem sempre as escolhas que fazemos são movidas por essa escolha fundamental que é Jesus Cristo. Não poucas vezes deixamos com que o egoísmo e sentimentos mesquinhos orientem nossa vida. São Paulo Apóstolo já dizia: “não faço o bem que quero, mas o mal que não quero” (Rm. 7,19). É essa realidade que nos acompanha sempre. Existe em nós essa dualidade. Mas o que fazer diante disso? A palavra chave agora é humildade. É necessário na humildade reconhecer o quanto temos a melhorar e amadurecer cada vez mais como seres humanos e certamente como cristãos. Nesta parte Paulo aos Efésios já dizia: “vivendo segundo a verdade, no amor, cresceremos sob todos os aspectos em relação a Cristo, que é a cabeça”( Ef. 4,15).
É essa escolha fundamental, Jesus Cristo e seus ensinamentos, que deverá nortear sempre a vida de cada um. Com um olhar sempre voltado e fixo em Jesus Cristo será possível reconhecer nossas escolhas erradas no jeito de viver e conviver uns com os outros e também com o próprio meio ambiente e buscar redirecionar nossa vida para valores importantes e essenciais. Aqui vale lembrar o Papa Francisco em sua carta encíclica “Fratelli Tutti” quando nos convida a “caminhar na esperança” recordando uma realidade presente “no mais fundo do ser humano”. Ele fala “de uma sede, de uma aspiração, de um anseio de plenitude, de vida bem sucedida, de querer agarrar o que é grande, o que enche o coração e eleva o espírito para coisas grandes, como a verdade, a bondade e a beleza, a justiça e o amor” (FT, n. 55).
O ser humano, portanto, tem em si um potencial dado por Deus para direcionar sua vida para o bem e para tudo que favorece a construção de um mundo mais humano, fraterno e justo. Contudo sem a graça do mesmo Deus nada podemos fazer. O próprio Jesus disse: “sem mim nada podeis fazer” (Jo 15, 5).
Autor:
Dom Aparecido Donizeti de Souza
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Estratégias missionárias do Apóstolo Paulo
O Apóstolo Paulo seguia uma estratégia missionária clara: ao chegar a uma nova cidade, ele entrava primeiro na sinagoga para pregar aos judeus. Quando muitos rejeitavam a mensagem e o ofendiam, ele se voltava para os pagãos (gentios), que ouviam e aceitavam a Palavra com alegria.
Paulo era do tipo que não perdia tempo.
O Apóstolo Paulo e Barnabé pregaram primeiro aos judeus em Antioquia da Pisídia. Quando parte dos líderes judaicos rejeitou a mensagem com resistência e invejada evangelização de Paulo e Barnabé, os apóstolos voltaram-se corajosamente para os pagãos (gentios), que se alegraram e creram na palavra de Deus, conforme registrado em Atos 13,46-48.
Em Atos 13, 46-48, Paulo e Barnabé anunciam com coragem aos judeus em Antioquia da Pisídia que, devido à recusa deles em aceitar a mensagem, a Palavra de Deus se voltará com alegria para os não-judeus (gentios).
Atos 13,46: Então, com mais coragem ainda, Paulo e Barnabé declararam: "Era preciso anunciar a palavra de Deus em primeiro lugar para vocês, que são judeus. Porém, como vocês a rejeitam e não se consideram dignos da vida eterna, vejam que agora nós nos voltamos para os pagãos.
Atos 13, "47:" Pois foi esta a ordem que o Senhor nos deu: 'Eu pus você como luz para as nações, para que você leve a salvação até os confins da terra'.
Atos 13,48: Os pagãos ficaram muito contentes quando ouviram isso, e começaram a elogiar a palavra do Senhor. E todos os que estavam destinados à vida eterna abraçaram a fé.
A palavra de Deus está clara em afirmar: Quem forma novos discípulos é o anúncio da Palavra de Deus.
A medida que vamos evangelizando conforme a oportunidade, as estratégias que nos vão aparecendo como:
● Os Dias de Siloés,
● As vivências semanais,
● O Graça e Paz,
● Os Festejos Paulinos,
● A Confrateenização Paulina,
● A Senana da Salvação,
● O Kairós,
● As caranavas para os eventos,
● Os próprios organismos específicos,
● O convite feito boca a boca, etc ...
Também vamos anunciando a Palavra e Deus.
A própria Palavra vai fazendo o seu percurso natural, ela vai caindo em terra acolhedora, em coração acolhedor, a evangelização vai acontecendo, e Jesus curando, libertando e salvando.
A evangelização não pode é parar.
Enquanto uns ao serem convidados, pregados a Palavra, vão querer, e esses se acolhe.
Outros também serão convidados, pregados a Palavra, e não vão querer. Não tem problema.
O que não podemos é ficar parado, perdendo tempo e girando como que em circulos com quem não quer.
O Apostolo Paulo não perdia tempo com quem não queria.
Deus os envia como DJC para ser luz para as nações: "Pois foi esta a ordem que o Senhor nos deu: 'Eu pus você como luz para as nações, para que você leve a salvação até os confins da terra" (Atos 13, 47).
Mas bem sabemos também que vai ter a oposição lutando contra a evangelização que são:
● as perseguições,
● as coisas do mundo e das trevas em ação,
● as pessoas usadas por satanás,
● e a própria manifestação e astúcia de satanás,
Todos agindo contra todo o projeto de Evangelização.
Então o DJC, convida, intercede, e anuncia a Palavra de Deus pra todo mundo tanto para judeus quanto para os pagãos ... Mas uns vão aceitar o convite de Deus, outros não.
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A opção fundamental já começa no Batismo
A opção fundamental por Jesus começa de forma germinal no Batismo, mas ela se torna uma escolha consciente e madura na vida adulta ou durante um encontro pessoal com Deus, aspecto muito enfatizado do DJC.
No Batismo sacramental (muitas vezes recebido quando éramos bebês), Deus faz a escolha por nós. Ele nos dá a graça da filiação divina e o Espírito Santo sem nenhum mérito nosso.
O Batismo abre a porta da Igreja e planta a semente da vida nova.
Contudo, uma criança ainda não tem capacidade de fazer uma escolha racional e voluntária, quem faz por ela a luz do Espírito Santo são os pais.
Na visão do DJC, a opção consciente por Jesus acontece quando de fato quando ouvimos o Querigma (o primeiro anúncio do Evangelho) e fazemos uma experiência profunda com o amor do Pai.
A opção fundamental do cristão, à luz do seguimento de Jesus e do testemunho do apóstolo Paulo, é a decisão livre, consciente e irrevogável por Cristo e pelo Reino de Deus, colocando o amor e a moção do Espírito Santo no centro da vida.
No Movimento Católico de Evangelização Discipulado de Jesus Cristo (DJC), essa escolha se traduz na conversão pessoal contínua e na abertura constante incondicional ao Batismo, Reavivamento e efusão no Espírito Santo.
Os Pilares da Opção Fundamental em Jesus e Paulo são:
● 1. Centralidade de Cristo: O reconhecimento de Jesus como único Senhor e Salvador, ecoando o testemunho de Paulo que resumia sua missão em anunciar "a Jesus Cristo, e este crucificado".
● 2. Abertura ao Espírito Santo: O eixo motor da vida cristã e comunitária éa sbertira aos dons, permitindo que a graça transforme o interior do discípulo e oriente suas escolhas cotidianas.
● 3. Vida em Comunidade (Koinonia): A vivência da fé não isolada, mas integrada ao Corpo Místico de Cristo, marcada pela partilha e pelo exercício dos carismas.
● 4. Superação do Legalismo: O abandono de uma prática religiosa baseada apenas em regras frias, substituída pela lei do amor e da misericórdia impressa no coração.
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Opção fundamental de Zaqueu por Jesus
A opção fundamental de Zaqueu em resposta a Jesus, foi a conversão radical do seu coração, expressada no desapego dos bens materiais, na partilha generosa com os pobres (doando metade de seus bens) e na reparação quádrupla de eventuais injustiças cometidas, abandonando sua vida anterior de ganância para acolher a salvação.
O Encontro e a Mudança
● Olhar e acolhida: Jesus chama Zaqueu pelo nome e decide pousar em sua casa, oferecendo graça e salvação sem impor condições prévias.
● Alegria imediata: Zaqueu seduzido por Jesus, desce da árvore depressa e corre pra preparar um banquete e receber o Mestre com alegria, quebrando o isolamento social a que estava submetido.
A Prática da Justiça
● Doação: Ele decide dar metade do que possui aos necessitados.
● Restituição: Ele se arrepende de ter cometido o mal e se compromete a devolver quatro vezes mais a quem tenha defraudado, indo além do exigido pela lei judaica da época.
O Fruto no Seguimento
● Salvação: Jesus valida sua atitude afirmando que a salvação entrou naquela casa.
● Reconciliação: Zaqueu reconquista sua dignidade humana e espiritual, reinserindo-se na comunidade não mais como explorador, mas como seguidor transformado.
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Opção fundamental de Maria Madalena por Jesus
A opção fundamental de Maria Madalena no seguimento de Jesus, foi a experiência radical de libertação e misericórdia, que transformou o amor e a gratidão em uma dedicação incondicional, manifestada no serviço material ao ministério, na fidelidade sob a cruz e na coragem de ser a primeira testemunha da Ressurreição.
Transformação e Gratidão
● Libertação total: O encontro com Jesus a curou de profundos males espirituais e existenciais (representados pelos "sete demônios").
● Sentido de vida: A graça recebida deu novo rumo à sua existência, gerando um amor sem medidas e uma lealdade permanente.
Fidelidade e Testemunho
● Presença no Calvário: Permaneceu firme junto à cruz quando a maioria dos discípulos fugiu por medo.
● Busca no Sepulcro: Moveu-se pelo luto e pelo afeto para procurar o Mestre no túmulo vazio.
● Apóstola dos Apóstolos: Foi a primeira a ver o Cristo ressuscitado e a receber a missão de anunciar a Páscoa aos apóstolos, tornando-se pilar essencial do cristianismo nascente
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Opção fundamental da samaritana por Jesus
A opção fundamental da mulher samaritana no poço de Jacó (João 4), foi a sua conversão da busca material para a fé viva em Jesus. Ela deixou o seu cântaro de lado, superou preconceitos sociais e religiosos, e escolheu acolher a revelação de Jesus como o Messias, tornando-se testemunha dele na sua cidade.
Passos da Transformação no Seguimento
● Ouvir a sede: Ela aceitou o diálogo com Jesus, rompendo barreiras entre judeus e samaritanos.
● Reconhecer o vazio: Ela encarou sua própria história de vida e seus limites sem medo ou culpa defensiva.
● Deixar o cântaro: Ela abandonou o símbolo de sua rotina e de sua antiga sede física para correr e anunciar o Cristo aos outros.
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Opção fundamental de Mateus por Jesus
A opção fundamental de Mateus (também chamado de Levi) ao ser chamado por Jesus na coletoria de impostos foi a renúncia imediata ao dinheiro, ao poder e ao status anterior em favor de uma adesão total e sem reservas à pessoa de Cristo e ao seu projeto de misericórdia.
A Ruptura com o Passado
● Abandono do lucro: Mateus largou a mesa de coleta, deixando para trás uma profissão altamente lucrativa, mas moral e socialmente corrompida para seguir Jesus.
● Superação do estigma: Ele rompeu com a condição de "publicano" — visto pelo povo judeu como traidor da pátria e aliado do Império Romano.
● Resposta pronta: O texto bíblico relata que ele se levantou e seguiu a Jesus no mesmo instante, demonstrando uma conversão radical do coração.
A Nova Direção no Seguimento
● Acolhida da graça: Mateus aceitou o olhar de misericórdia de Jesus que enxergava além de seus pecados e da rejeição pública.
● Comunhão inclusiva: Ao oferecer um banquete em sua casa para outros cobradores de impostos e pecadores, ele celebrou sua nova identidade como discípulo do Mestre que veio chamar os doentes, os pecadores, os da periferia, e não os sãos.
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Opção Fundamental de Pedro Pescador por Jesus
A opção fundamental de Pedro o pescador por Jesus marca a sua conversão profunda e o abandono de sua antiga vida para se tornar "pescador de homens".
No contexto mistico essa passagem simboliza o encontro pessoal com o Senhor, a moção do Espírito Santo e a entrega total do barco da própria vida à Palavra de Deus.
O Chamado e a Obesediência
● Ouvir a Palavra: Pedro lava as redes após uma noite vazia. Ele escuta Jesus pregar na barca(1⁰ anúncio).
● Lançar as redes: Mesmo cansado, ele confia e diz: "Em atenção à tua palavra, lançarei as redes".
● A pesca milagrosa: O excesso de peixes revela a grandeza de Deus e gera o reconhecimento da própria pequenez.
A Mudança de Vida
● Rendimento total: Pedro se joga aos pés de Jesus. Ele deixa tudo para seguir o Mestre.
● Nova identidade: De simples pescador da Galileia, ele recebe a missão de guiar outros para o Reino dos Céus.
● Vivência no Espírito: Para o DJC esse ato espelha o Reavivamento no Espírito Santo/Batismo no Espírito Santo, onde o homem velho morre e cede lugar ao discípulo novo e missionário.
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Opção fundamental de João Evangelista (o jovem pescador da Galiléia), por Jesus
A opção fundamental de São João Evangelista (o jovem pescador da Galileia chamado por Jesus), consistiu em deixar suas redes para uma entrega radical de amor e intimidade com o Mestre, tornando-se o "discípulo amado" que repousou no coração de Cristo e permaneceu ali fiel aos pés da Cruz.
Para o DJC, a figura de São João Evangelista representa o modelo do discípulo que vive uma experiência profunda com o Espírito Santo através do amor e da escuta íntima de Deus.
Na espiritualidade DJC, sua trajetória inspira:
● O primado do amor: A vivência de uma fé não apenas racional, mas fundamentada na revelação de que "Deus é amor" (1 Jo 4,8).
● Abertura aos Carismas e à Cruz: Estar aos pés da cruz com Maria, unindo o batismo no Espírito Santo à entrega total e ao sacrifício diário.
● Contemplação e Ação: O testemunho do Evangelista que mergulha nos mistérios divinos (o Verbo encarnado) e os transborda para a comunidade.
● Docilidade ao Espírito: O abandono das seguranças materiais (as redes de pesca) para seguir a moção do Alto.
Os discípulos diretos mais famosos evangelizados e formados por São João Apóstolo e Evangelista na Igreja primitiva foram: São Policarpo de Esmirna e Santo Inácio de Antioquia.
São Policarpo de Esmirna é o discípulo mais famoso diretamente evangelizado e ordenado por São João Evangelista. Na tradição da Igreja, João formou líderes na Ásia Menor, transmitindo a vivência profunda do amor de Deus.
Discípulos evangelizados por São João:
● São Policarpo: Converteu-se e foi convivido diretamente por João na Ásia Menor, tendo sido ordenado por ele como Bispo de Esmirna.
● Santo Inácio de Antioquia: Converteu-se ao cristianismo na idade adulta, justamente após ouvir as profundas e místicas pregações de João, tornando-se uma das grandes colunas da Igreja antiga.
● São Irineu de Lyon: Embora seja de uma geração logo a seguir, foi discípulo espiritual de Policarpo, transmitindo por escrito os ensinamentos que herdara diretamente da linhagem de São João.
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Opção fundamental do cego de nascença por Jesus
No relato bíblico da cura do cego de nascença (João 9), a opção fundamental do homem curado por Jesus consiste na profissão de fé progressiva e irredutível em Cristo, culminando na adoração ("Eu creio, Senhor"), mesmo enfrentando a rejeição, a incompreensão e a expulsão da comunidade religiosa da época.
No contexto DJC essa passagem é frequentemente usada em muitas pregações e como fundamento do Siloé encontro de oração aberto, para ilustrar o processo do Reavivamento no Espírito Santo e a conversão pessoal que precisa acontecer todos os dias:
Passos da Opção Fundamental no Testemunho do Cego
● O Encontro Pessoal: Jesus vai ao encontro do cego após ele ser rejeitado pelos homens, provocando uma decisão de fé livre e consciente.
● A Luz contra as Trevas: A visão física recuperada na piscina de Siloé simboliza a iluminação espiritual e o rompimento com a cegueira do pecado ou da autossuficiência.
● O Testemunho Corajoso: O cego corajosamente defende Jesus diante dos fariseus sem medo das consequências sociais, representando o verdadeiro discípulo movido pela moção do Espírito.
● A Adoração Final: Reconhecer Jesus não apenas como um profeta, mas como o Filho do Homem e Senhor.
Siloé refere-se ao nome bíblico do tanque onde Jesus curou o cego de nascença. O termo significa "Enviado".
Para o DJC que adotou este nome como um encontro senanal de oração: "Um Mergulho na Graça de Deus", para oração, abastecimento, pregação da Palavras de Deus e Evangelização, ele simboliza o local de cura interior, obediência à Palavra e o banho nas águas do Espírito Santo que restaura a visão espiritual.
O Significado Espiritual
● O Tanque e o Enviado: Assim como Jesus enviou o cego para se lavar em Siloé, para mergulhar na Graça de Deus, para recuperar a visão, o grupo de oração semanal DJC é visto como um espaço de envio e renovação.
● Ação do Espírito Santo: Representa a imersão na graça de Deus, onde a pessoa cega pelas trevas do mundo vai em busca de conversão, da luz e clareza na fé.
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Opção fundamental do Apóstolo Paulo por Jesus
A conversão do Apóstolo Paulo rumo a Damasco representa sua decisão irrevogável por Cristo, contudo, no magistério da Igreja o termo "opção fundamental" frequentemente aparece atrelado a uma crítica teológica à teoria da opção fundamental, que relativiza o pecado mortal, e não como um conceito cunhado especificamente para descrever a conversão paulina.
A Conversão de São Paulo e o Encontro com Cristo
● O encontro na estrada de Damasco: Paulo deixa de ser um perseguidor da Igreja para se tornar o Apóstolo dos Gentios após ver o Ressuscitado.
● A centralidade de Cristo: Para Paulo, viver é Cristo (Fl 1,21); toda a sua vida anterior de vanglória na Lei é considerada perda diante da sublimidade do conhecimento de Jesus.
A opção fundamental de Paulo por Jesus Cristo resume-se na total transformação de sua vida a partir do encontro no caminho de Damasco, onde ele passou de perseguidor a apóstolo, subordinando toda a sua existência, sabedoria e zeal religioso ao senhorio de Cristo e à centralidade do Evangelho.
A opção fundamental de Paulo por Jesus Cristo representa uma mudança radical em sua vida, transformando-o de perseguidor da Igreja em apóstolo dos gentios.
Para a espiritualidade católica e os ensinamentos DJC esse encontro no caminho de Damasco faz de Cristo o único absoluto, subordinando todo o resto.
O Centro da Vida de Paulo
● Cristo como Absoluto: Paulo passa a considerar tudo como perda diante da sublimidade do conhecimento de Jesus Cristo (Filipenses 3,7-9).
● Amor e Cruz: A Paixão, morte e ressurreição de Jesus tornam-se o motor de sua existência, superando o apego estrito à antiga lei.
● Sentimentos de Mestre: Seguir a Jesus significa adotar os mesmos sentimentos do Filho de Deus, que se fez servo até a morte de cruz.
O Encontro e a Conversão
● Virada radical: Paulo foi fulgurado pela graça ao ouvir: "Eu sou Jesus, a quem tu persegues" (At 9,5).
● Reorientação total: Abandonou o orgulho farisaico e a suficiência da Lei para depender inteiramente da graça da cruz.
● Substituição de valores: O que antes era lucro (status, origem hebraica, rigor da Lei), ele passou a considerar perda diante da sublimidade do conhecimento de Cristo (Fl 3,7-8).
Consequências da Opção por Cristo
● Cristo como centro vital: A célebre expressão "já não sou eu que vivo, mas Cristo vive em mim" (Gl 2,20) resume sua nova identidade.
● Paixão pela evangelização: Movido por esse amor ardente, dedicou sua vida a propagar o Evangelho aos gentios, enfrentando sofrimentos por amor ao nome de Jesus.
● Unidade com a Igreja: Compreendeu que pertencer a Cristo é pertencer ao seu Corpo, gastando-se e desgastando-se pelas comunidades que fundou.
A Missão e o Testemunho
● Fé Vivida: A célebre frase "já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim" (Gálatas 2,20) resume essa entrega total.
● Superação de Obstáculos:. Prisões, açoites e naufrágios não conseguiram calar o ímpeto missionário de anunciar o Evangelho aos povos distantes.
● Zelo Apostólico: A misericórdia experimentada por Paulo impulsiona o desejo profundo de que toda a humanidade alcance a salvação em Cristo.
São Paulo grande missionário, evangelizador e pregador da Palavra de Deus, formou diversos discípulos e colaboradores ao longo de suas muitas viagens missionárias pelo Império Romano.
Destacam-se Timóteo, Tito, Áquila e Priscila, Lucas, Barnabé e Silas, cujos papéis foram muito importantes na expansão das Primeiras Comunidades Cristãs.
Os Discípulos e Cooperadores de Paulo foram:
● Timóteo: Um jovem de Listra, considerado filho na fé de Paulo e bispo de Éfeso. Chamado por Paulo de "meu querido filho" (1Tm 1,1). Foi seu companheiro fiel em várias viagens missionárias e depois bispo.
● Tito: Companheiro de missão e pastor na ilha de Creta. Chamado de "verdadeiro filho segundo a fé comum" (Tt 1,4), que atuou como colaborador em missões bastante difíceis e na organização da Igreja em Creta.
● Áquila e Priscila: O casal de tendeiros judeu-cristãos que acolheu Paulo em Corinto e liderou comunidade em Éfeso. Muito citados nos Atos dos Apóstolos e nas cartas paulinas. Eles trabalharam fazendo tendas, acolheram Paulo em Corinto e transformaram sua casa em uma verdadeira "igreja doméstica", sendo venerados como santos pela Igreja. Era um casal missionário, marido e mulher dedicados à propagação e expansao do Evangelho. Eram fabricantes de tendas, o mesmo ofício de São Paulo. Acolheram e hospedaram com muito amor e zelo o apóstolo por vários meses em Corinto. Instruíram o pregador Apolo em Éfeso, explicando-lhe com mais exatidão o caminho de Deus. Abriram a própria residência para as primeiras comunidades cristãs se reunirem.
● Lucas: O médico amado e companheiro de viagens, autor do terceiro Evangelho e dos Atos dos Apóstolos.
● Barnabé: O incentivador que o apresentou aos apóstolos em Jerusalém e parceiro na primeira viagem missionária.
● Silas (Silvano): Co-autor de cartas e companheiro na segunda viagem missionária.
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A opção fundamental por Cristo é a decisão pessoal, livre, consciente e radical pela qual o ser humano orienta toda a sua existência, liberdade e sistema de valores em direção a Jesus Cristo. É o eixo central e o alicerce da vida moral e da fé cristã, onde Deus se torna o verdadeiro sentido de tudo.
Dom Henrique Soares da Costa (1963–2020), saudoso bispo católico brasileiro, enfatizava fortemente essa centralidade de Cristo em suas pregações e homilias:
● Cristo como Eixo Único: Dom Henrique insistia que o seguimento de Jesus não se resume a uma adesão ideológica, a um ativismo religioso ou ao endeusamento de instituições e pessoas, mas a uma entrega direta e pessoal ao Senhor.
● Despojamento e Ascese: Para ele, fazer essa opção significa esvaziar o coração de apegos terrenos e vaidades.
● Dizia com frequência: “Pouco é necessário para quem Deus é tudo”, ressaltando que a renúncia abre espaço para o Espírito de Cristo.
● Olhar Fixo na Cruz: O bispo ensinava que a coerência de vida do cristão brota de manter os olhos fixos em Jesus crucificado e ressuscitado, usando a Sua cruz como critério para vencer as seduções do mundo.
O encontro de Zaqueu com Jesus (Lucas 19,1-10) revela o verdadeiro sentido do kairós, como o tempo oportuno da graça e a festa da salvação que entra em uma casa.
Não tem como não ter festa no céu quando im pecador muda de vida, um pagãos se converte e decide caminhar com Cristo.
Subir na figueira significa o desapego terreno e a elevação rumo à cruz de Cristo para alcançar a misericórdia.
O Sentido do Kairós e a Conversão
● O Tempo de Deus: O Kairós, a festa da Salvação indica o momento exato em que o Senhor passa e visita a vida do pecador com sua misericórdia.
● A Ação de Zaqueu: Ele supera os próprios limites e a multidão para ver o Mestre.
● A Resposta de Jesus: O chamado "desce depressa" antecede a morada do próprio Deus no coração humano.
Lições Espirituais
● Desapego Material: A verdadeira salvação gera justiça social, expressada na reparação dos erros e na caridade.
● A Cruz como Eixo: A subida na árvore prefigura a adesão ao sacrifício redentor de Cristo.
● A Festa da Graça, a festa da Salvação: A conversão não restringe-se a preceitos frios, mas torna-se banquete de comunhão, alegria, confraternização e festa na casa do homem transformado.
A Salvação não é um evento puramente futuro, mas um Kairós presente: a oportunidade diária que o cristão tem de acolher a graça divina, é hoje, é agora, e conformar sua vida a Cristo para não ser deformada pelo mundo e satanás.
A "Festa da Salvação" é antecipada na Santa Missa, que atualiza e torna presente (presentifica) o sacrifício pascal de Jesus.
O Zaqueu de hoje sou eu e é você, a quem Jesus chama: “Desce depressa… a salvação chegou em sua casa”.
A Salvação do homem é por Jesus
Quem salva o homem é Jesus Cristo
A Festa da Exaltação da Santa Cruz (celebrada em 14 de setembro) é a "festa da salvação", pois a cruz é considerada o instrumento definitivo da salvação e da libertação da humanidade.
A liturgia da Igreja ensina que Jesus se humilhou até a morte de cruz e, por isso, Deus o exaltou. Não se exalta o sofrimento ou o instrumento de tortura em si, mas sim o amor incondicional e obediente de Cristo, que abriu as portas do céu e nos garantiu a salvação eterna.
Celebrar a Santa Cruz é sem dúvida celebrar a própria Festa da Salvação, pois foi por meio do madeiro que a graça e a misericórdia de Deus refizeram a história humana.
"Só em Jesus está a salvação" reflete o ensinamento bíblico de que Jesus Cristo é o único caminho para Deus e que "em nenhum outro há salvação" (Atos 4:12).
A salvação não é uma ideia abstrata, mas uma pessoa.
A salvação de nossas famílias, só existe em Jesus que cura, resgata, restaura e recoloca no Caminho verdadeiro, pois Ele é o artigo definido: o único Salvador.
A salvação só acontece quando a pessoa tem a coragem de ter um encontro real com Jesus e permitir que Ele arranque as raízes do pecado.
● Luta contra o mal: Exige vigilância, oração constante e sobriedade para não ceder às ciladas do mundo e do egoísmo.
● Presença no lar: Salvar a família significa entronizar Jesus como Salvador, dar lugar a Jesus, a Maria e José na convivência diária, reconhecendo o Senhor nas coisas simples como fazia a Sagrada Família.
● Olhar da graça: O pecado empobrece a alma humana, mas a cruz de Cristo é a maior prova do amor de Deus para reerguer quem caiu.
“Em nenhum outro há salvação”. Jesus é o único Salvador, pois “nenhum outro nome foi dado aos homens pelo qual devemos ser salvos”. Essa salvação eterna foi conquistada “não por bens perecíveis, como a prata e o ouro… mas pelo precioso sangue de Cristo, o Cordeiro imolado” (1Pe 1,18). “Carregou os nossos pecados em Seu corpo sobre o madeiro, para que, mortos aos nossos pecados, vivamos para a justiça. Por fim, por suas chagas fomos curados” (1 Pe 2,24).
A salvação que Cristo nos conquistou, custou o preço da sua vida divina e humana. Era necessário um sacrifício de valor infinito para reparar a ofensa infinita que o pecado provoca contra a Majestade (infinita) de Deus e a Sua justiça. Foi preciso a oferta, a oblação, de uma vida divina (mas também humana) para satisfazer a justiça divina.
Apesar de toda essa prova extraordinária do amor de Deus por nós, muitos batizados renegam essa fé e vão buscar a salvação onde ela não existe. Abandonando o verdadeiro e único Salvador, e a verdadeira e única Igreja. Só há uma salvação e um único salvador: Jesus Cristo! Só há uma Igreja, a qual Jesus incumbiu de levar a salvação, através dos sete Sacramentos, a Igreja Católica. “Fora da Igreja não há salvação”, nos ensina o Catecismo da Igreja; isto é, “toda salvação vem de Cristo-Cabeça através da Igreja que é o seu Corpo” (n. 846). Aqueles que, conscientemente rejeitarem a Igreja, rejeitarão também a salvação.
Texto:
Dom Henrique Soares da Costa
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